Europa e América Latina juntam-se em nome das universidades

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Uma zona do globo fustigada por dificuldades financeiras, com uma população cada vez mais envelhecida, e outra em crescendo económico, apresentando-se como um dos eixos mais vigorosos da atualidade. A primeira é a Europa, a segunda é a América Latina. Como podem os dois cooperar ao nível do Ensino Superior? A discussão será aberta nos dias 28 e 29 de novembro, no ISCTE – IUL.

“Qual é hoje o valor agregado da cooperação universitária Europa – América Latina?” é a pergunta que lança o debate que assinala os 25 anos da Associação Columbus (uma organização de 41 universidades latino-americanas e 21 europeias) e os 40 anos do ISCTE-IUL. Com os novos desafios da globalização como pano de fundo, levantam-se questões acerca da forma de encontrar uma cooperação saudável, que saiba promover o melhor dos dois ‘mundos’.

A conferência “Tracking Strategies for Innovative Universities: A sense making conference” colocará no centro da discussão o “Reajustamento Regional” que é preciso encontrar ao nível dos recursos e das oportunidades, a “Visão Comum” que importa cultivar e sustentar, bem como o papel das universidades para construir um “Ciclo Virtuoso” e um “Ecossistema Inovador”.

Não serão esquecidas as óbvias potencialidades de Portugal e Espanha no contexto de colaboração com a América Latina, graças a uma proximidade tanto linguística como cultural.

A presença do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, ainda está por confirmar, sendo certa a participação do ex-ministro da tutela Mariano Gago e de Lauritz Holm-Nielsen, reitor de Aarhus University. O painel é constituído ainda por uma série de dirigentes de universidades dos dois blocos em questão.

[Foto: noticias.r7.com]

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