Quem tem medo de um livro difícil?

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Seja pela forma, pelo conteúdo, pela escrita ou simplesmente por incompetência do leitor, a verdade é que existem livros difíceis. Aqueles que interrompemos antes de terminados ou que, simplesmente, não conseguimos interiorizar. “Livros Difíceis” é, por isso, o tema para discutir hoje na Casa Fernando Pessoa, com a ‘convidada’ Marguerite Duras.

Há livros bons, há livros maus, há livros alegres ou mais introspetivos, biográficos ou ficcionados. E depois há os livros difíceis, impossíveis de catalogar para além disso, os livros que te fazem corar de vergonha por não os perceberes ou não os conseguires comentar, quando é óbvio que se tratam de clássicos irrepetíveis.

Podes lê-los até ao fim, mesmo sabendo que aquela voz que fala na tua cabeça te vai desviar o pensamento a cada linha, a cada frase. Ou podes guardá-los na gaveta e pensar que ainda não tens a maturidade necessária para os compreender.

É um pouco de tudo isso que se vai falar hoje na Casa Fernando Pessoa, pelas 18.30h, no ciclo de conferências “Livros Difíceis”, que já completou mais de um ano. Todas as semanas, há um convidado especial para falar de um desses livros só ao alcance dos predestinados.

O ciclo começou a 8 de fevereiro de 2011, com Pedro Tamen a falar sobre “Em Busca do Tempo Perdido” de Marcel Proust. Logo à tarde é a vez de Maria Manuel Viana nos explicar melhor o que é “A Dor”, de Marguerite Duras. A entrada é livre.

[Foto: stalkershots.blogspot.com]

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