Na estrada… Com Segurança Máxima

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Além de aumentar a autonomia, possuir carta de condução faz parte dos requisitos essenciais estabelecidos pelos empregadores mais exigentes. Há também toda uma atitude defensiva a cultivar ao longo da vida, pois “por um lado, os jovens não têm tanta experiência para conseguir evitar os acidentes, mas por outro lado, experiência a mais nos condutores mais velhos também faz com que eles não estejam tão atentos às coisas…”, resume Olga Brandão, Instrutora na Escola Segurança Máxima Parque das Nações.

O irmão de Beatriz Goulart já tem carta de condução e ela bem vê o jeito que dá “para transportar a tralha toda no carro para a faculdade”. Mas as vantagens de possuir o título de condução para Beatriz continuam, já que ao viver longe da área de conforto dos transportes públicos, um carro torna-se a solução ideal para poder sair à noite em segurança, acrescenta: “já sei que tenho de ser responsável, mas uma vez que não bebo, vou ser uma condutora fiável de certeza (risos)”. Para tornar o seu sonho realidade, esta quase caloira no Curso de Engenharia Química do Instituto Superior Técnico (IST) decidiu tirar a carta de condução na Escola de Condução Segurança Máxima Parque das Nações, por ser “mais perto de casa”, “mais barata”, mas não só. “Os instrutores são jovens e conseguem ligar-se mais a nós. Também acho muita piada aos simuladores, que tornam as coisas muito mais fáceis antes de irmos mesmo para a estrada ter a primeira aula prática”, explica a aluna há sensivelmente um mês na escola.

Aluna - Beatriz
Beatriz Goulart ainda está no início das aulas, mas vontade de ter já a carta na mão não lhe falta.

Já Maria Carreira começou a tirar a carta por alturas da Páscoa. Devido aos estudos, teve de parar, mas agora que entrou em período de férias, retomou as aulas e está ansiosa por ter o seu próprio volante nas mãos… Também por motivos familiares: “tenho irmãos mais pequenos e os meus pais precisam de alguém que os vá buscar a vários sítios”. Mas assuntos do seu próprio interesse movem ainda esta aluna de Design de Moda na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, nomeadamente a gestão do tempo. “Eu sei que existem transportes, mas não é a mesma coisa – de transportes até à minha faculdade demoro uma hora, por exemplo. Num bom dia de carro, demoro apenas 20 minutos no mesmo percurso. É um tempo que eu ganho, se for de carro”, resume a aluna que aprecia bastante o sistema de aulas existente na Segurança Máxima, pois “permite repetir os mesmos módulos várias vezes… Havia até certas coisas que eu não entendia e agora consigo perceber tudo!”.

Aluna - Maria
Maria Carreira quer trocar os transportes pelo seu próprio carro.

“Temos uma escola muito gira e muito fashion”

Não é difícil andar por aí e dar de caras com um veículo da Segurança Máxima no meio do trânsito, enquanto atravessamos uma passadeira ou até mesmo da janela de casa ou do trabalho. Mas o dinamismo não existe apenas nas cores dos carros usados pelos instrutores em aulas práticas. Entrar numa das várias escolas Segurança Máxima é quase como chegar ao fim do arco-íris: as escadas, as mesas, as paredes, os WC e até os tapetes estão personalizados. “temos de facto uma escola muito gira e muito fashion”, concorda Ana Vieira, uma das primeiras caras que os alunos conhecem mal entram na Escola Gare do Oriente Parque das Nações. Ao exercer funções de secretariado, Ana executa tarefas tão diversas como receber os alunos nas primeiras inscrições; explicar quais são condições para ir a exame de código e, mais tarde, a exame de condução; pedir esses mesmos exames; confirmar as respetivas datas e recolher e introduzir no sistema relatórios de aprovação e reprovação, por exemplo. “A grande diferença deste para outros sítios onde trabalhei é que aqui o contacto é muito mais direto com as pessoas e acaba por ser muito mais informal, criando uma certa intimidade”, partilha Ana, confessando que, com frequência, acaba por conhecer os alunos, pois eles aparecem com alguma frequência: “acabamos por nos tratar pelo nome: eu a eles e eles a mim. E isso é muito giro”.

Secretária - Ana
Ana Vieira recebe os alunos sempre com um sorriso.

A lecionar na Escola Gare do Oriente Parque das Nações há quase três anos, a instrutora Olga Brandão faz um bocadinho de tudo: tanto dá aulas teóricas, como leva os alunos a conduzir fora das paredes da escola ou os ensina a praticar nos simuladores, aulas antes. “Os simuladores acabam por ser muito vantajosos para os alunos – principalmente os que nunca pegaram num carro, porque acabam por ter as primeiras noções de onde é que fica o volante, a embraiagem… Os alunos acabam por ter aqui as primeiras cinco/seis aulas antes de iniciarem mesmo a condução e já vão mais preparados”.
Além de achar a Segurança Máxima uma escola “muito gira, muito fashion e muito juvenil”, Olga acredita que os atributos da escola continuam a chamar muitos novos alunos pelo facto dos instrutores serem muito jovens, incentivando aos alunos ao diálogo; assim como pelo método de estudo. “Esta escola acaba por seguir tudo muito certinho, mesmo a nível dos horários: se um aluno começa a primeira aula, no dia seguinte consegue logo apanhar a lição dois, a lição três… E acaba por, num espaço de pouco tempo, conseguir fazer as aulas todas. Isso é umas das diferenças em relação a outras escolas”.

Instrutora - Olga
A instrutora Olga Brandão, momentos antes de voltar aos simuladores.

“Aquilo que os alunos mais receiam é integrarem-se no trânsito”

Se para alguns condutores ficar meia hora diária no trânsito é um inferno, para Alberto Baptista são ossos do ofício, já que circular pelas estradas, ruas e avenidas de Lisboa é o que faz há já quatro anos. “Gosto muito da minha profissão. É uma profissão interessante em que ensinamos as pessoas a conduzir e depois, mais tarde, encontramo-las por aí a conduzir sozinhas nos seus carros… E isso é muito bom (risos)”.

Quanto aos principais medos apresentados pelos alunos, quando passam da teoria à prática, estes prendem-se com a dimensão da cidade. “Como estamos em Lisboa, aquilo que os alunos mais receiam é integrar-se no trânsito, porque temos que circular juntamente com outros condutores. Também sinto, por vezes, algum desrespeito e falta de cuidado por parte doutros condutores em relação aos formandos das escolas de condução – muitas vezes, temos que intervir nos comandos do carro para não bater, porque as pessoas não deixam as distâncias regulamentares, não têm os cuidados que deveriam ter com pessoas que estão a aprender a conduzir…”.

Simulador 2
Lá está a Maria Carreira a treinar no simulador.

“Estou ansiosa por ir para a estrada!”
Maria Carreira está tão empolgada por pisar a estrada que confessa já ter experimentado pegar num carro: “Já experimentei, mas não correu lá muito bem, porque estava a tentar fazer o ponto de embraiagem e carreguei de mais no acelerador e o carro uhhhhhhhh (risos)”. Agora a aluna está com muita vontade de ir para a rua e vai treinando nos simuladores da Segurança Máxima.

Carta antes dos 18 anos
“Há alunos que aparecem antes de ter 18 anos completos e perguntam quais são as hipóteses de tirar a carta de condução”, recorda Ana Vieira, sobretudo em período de férias, quando aparecem muitos alunos entusiasmados para ‘despachar’ já o código da estrada. “Muitos começam a tirar a carta aos 17 anos e meio, sabendo que depois só podem concluir o processo quando fizerem 18”, termina.

“Tenham sempre uma condução defensiva”
A todos os que se preparam para tirar a carta, a instrutora Olga Brandão alerta: “por um lado, os jovens não têm tanta experiência para conseguir evitar os acidentes, mas por outro lado, experiência a mais nos condutores mais velhos também faz com que eles não estejam tão atentos às coisas…”. Assim sendo, o melhor será optar por uma condução sempre defensiva e respeitadora. “Devemos também ser cívicos e termos um bocadinho de tolerância para quem está a aprender a conduzir agora: às vezes digo aos alunos: vocês agora vão ter um bocadinho de calma, porque há sempre pessoas que buzinam e que já se esqueceram do processo por que passaram antes de terem a carta na mão”.

“Aulas muito dinâmicas”
Acabada de sair de mais uma aula teórica, a Beatriz Goulart aprendeu que afinal o alcatrão derrete. “não fazia a mínima ideia de que o piso se pode tornar escorregadio por causa disto”, refere a aluna, sublinhando a importância do teste realizado no final de cada aula e que acaba por “condensar a matéria na cabeça”.

O preço é muito convidativo
Depois o próprio conceito e apresentação da escola e da formação em si, a Segurança Máxima destaca-se da concorrência por apresentar um preço “muito convidativo”, diz Alberto Baptista, alertanto ainda para a importância de possuir Carta de Condução num CV. “Muitas entidades patronais pedem aos seus candidato a carta de condução e eu penso que a a Segurança Máxima, nesse aspeto, vem revolucionar um bocadinho o mercado, tornando a carta acessível às pessoas mais novas, que estão em início de vida, de forma a que elas, quando vão às entrevistas de emprego, possam já ir com essa mais-valia”, conclui.

Maria

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[Foto: Bruna Pereira]

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