Quem foram os melhores dos melhores?

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Chegou ao fim a edição de 2013 do FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa. Muitos espetáculos de teatro, tertúlias, leituras inéditas, workshops e… Prémios.

Sábado, dia 25, o Paradise Garage, em Lisboa, abriu as portas à grande final deste festival que celebra o Teatro Universitário. O último dia de FATAL é sempre sinónimo de festa mas, também, de grande nervosismo por parte dos grupos participantes porque se premeiam os melhores dos melhores.

Este ano, o Prémio FATAL 2013, patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos, foi o “Projecto H”, uma co-criação do TEUC – Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra e da coreógrafa Joana Providência.

Já o Prémio FATAL Cidade de Lisboa 2013 foi direitinho para a Universidade do Porto (UP). Este prémio, patrocinado pela Câmara Municipal de Lisboa e que premeia o espetáculo mais inovador, foi para “Medeia de Noitarder”, de Raquel S., interpretada pelo TUP – Teatro Universitário do Porto.

Por último, o Prémio FATAL do Público que, tal como o nome pouco engana, é atribuído pelo público do festival, foi para o espetáculo “Num país onde não querem defender os meus direitos, eu não quero viver”, de Jorge Silva Melo, a partir de Michael Kohlhaas de Heinrich Von Kleist e com encenação de A. Branco. A peça foi levada a cena pelo NOSTER – Grupo de Teatro da Universidade Católica Portuguesa que levou para casa produtos Make Up Forever.

Não foste ao FATAL? Nós trazemos um pouco dele até ti. Fica com um aperitivo do que foi o espetáculo “Projecto H”, vencedor do Prémio FATAL 2013.

[Foto: facebook.com/festivalfatal]

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