Cortiça feita a partir do micro-ondas

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O projeto inovador é da autoria de vários investigadores do Grupo 3B’s da Universidade do Minho (U.Minho), da Corticeira Amorim (CA), do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) e da Universidade Técnica de Lisboa (UTL).

A tecnologia permite aumentar o volume de cortiça, entre 40 e 85%, a partir das radiações do micro-ondas. O objetivo é o de melhorar os níveis de produção deste setor. A ideia vai estar a concurso no Prémio Europeu do Inventor, promovido pelo Instituto Europeu de Patentes (EPO), que vai ser entregue no dia 28 de maio, em Amesterdão (Holanda).

De acordo com a Universidade do Minho, a patente “Process of expanding cork through microwave radiation” é “um exemplo na colaboração entre universidades e empresas, num modelo quase único em que a Corticeira Amorim foi capaz de apostar estrategicamente, baseado na colaboração com cientistas e grupos de excelência a realizarem investigação bastante aplicada”.

O projeto está entre um dos três melhores da categoria “Indústria” e, para além do Prémio Europeu do Inventor, está também em disputa por um troféu popular cuja votação pode ser feita aqui, até ao dia 26 de maio.

[Foto: Universidade do Minho]

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