Sintra já não está só no Misty Fest

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Depois de arrancar com um feriado, o mês de novembro traz-te boas razões para manter os níveis de energia em alta, com a 3ª edição do Misty Fest. Até aqui sob a designação de Sintra Misty, o festival ultrapassa agora as fronteiras da romântica vila e chega a várias salas de Lisboa e Porto. Até 19 deste mês, com nomes grandes da música nacional.

Em duas edições do na altura designado Sintra Misty, o Centro Cultural Olga Cadaval testemunhou a passagem por Portugal de bandas de culto como Joan as Police Woman, Lloyd Cole, John Grant, Mark Kozelek, Rodrigo Leão ou Mayra Andrade, para além dos nacionais Dead Combo, Legendary Tigerman ou Foge Foge Bandido.

Eclético como ele deve ser, o Misty Fest chama a si universos tão distintos como os da eletrónica, do indie, do jazz, da folk, do hip hop ou do rock. Os espaços também se diversificam em 2012 e, para além do ‘padrinho’ Olga Cadaval, o Cinema São Jorge, os dois auditórios do Centro Cultural de Belém, o Lux, todos em Lisboa, e ainda a Casa da Música, no Porto, estendem a passadeira ao Misty Fest.

Depois de Allen Halloween ter dado o necessário destaque, pelo menos no nome, à noite das bruxas, seguem-se mais logo Filho da Mãe, Frankie Chavez & Tó Trips, num concerto onde a guitarra será a língua comum a três projetos de reconhecida qualidade. A partir daí, e ate dia 19, há muito para ver e ouvir, num festival que alia a qualidade musical à importância das palavras.

A Naifa, Ovelha Negra (não confundir com Orelha Negra), Supernada, Aline Frazão, Peter Hook & The Light (num concerto de homenagem aos Joy Division), John Talabot, B Fachada ou Cowboy Junkies prometem manter a singularidade do Misty Fest e dar ao mês de novembro “o mesmo espírito”, mas com “novas paisagens”.

[Foto: facebook.com/MistyFest]

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