Verdadeiras peças de museu

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Não, não são extraterrestres nem personagens duma série televisiva futurista. São os ABBA e eram os anos 70 e as discotecas apinhadas de gente e bolas de espelhos. Para imortalizar o legado cultural e musical da banda sueca, está a ser construído um museu, na cidade de Estocolmo. Será que é desta que se voltam a reunir todos os elementos do quarteto?

Muitos são os fãs que aguardam com ansiedade o reencontro de Agnetha Fältskog, Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Anni-Frid Lyngstad – como as iniciais dos próprios nomes indicam, os ABBA. O museu dedicado à banda pode ser a desculpa perfeita, mas para já a France Presse adianta que dos quatro membros apenas saiu resposta afirmativa em relação à autorização para o espaço em sua homenagem: “Tudo foi aprovado pelos quatro integrantes do grupo”, disse Bjorn Ulvaeus, confessando ter poucas esperanças de que os quatro membros do grupo se reúnam para a inauguração: “Se todos viessem, eu ficaria muito contente, mas são eles que decidem”.

O museu dedicado ao mítico grupo sueco vai ser inaugurado em 2013, na cidade de Estocolmo, dentro do Music Hall of Fame sueco, para que mundo possa lembrar como eram os dias (e as noites) em que as pistas de dança ferviam ao som dos ABBA: “Hesitei em virar peça de museu antes da minha morte, mas agora entendo que criamos muita coisa e que é uma história como a da Cinderela, que vale a pena contar”, comentou ainda Bjorn Ulvaeuso.

A carreira dos ABBA despontou em 1970 e durou até ao ano de 1982. Depois, nunca mais se ouviu falar deles, apenas se recorda que venderam (e continuam a vender) 400 milhões de discos e são responsáveis por temas tão míticos como “The winner takes It all”, “Mamma mia”, “Dancing queen”, “Fernando”, “Lay all your love on me” ou “Waterloo” – o tema que levou as invasões napoleónicas ao Festival da Eurovisão da Canção de 1974. Fica a memória:

[Foto: worldofawesome.blogspot.com]

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