Trabalhar no estrangeiro? O ICote dá um empurrão

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Valorizar e potenciar o talento nacional, especialmente o dos jovens. Não o deixar morrer, no meio de crises e desempregos. Ajudar jovens profissionais a dar o salto para outro país. Foi a isso que se propuseram vários jovens ex-integrantes do programa INOV Contacto, criando para o efeito o ICote.pt.

“E depois do INOV?” foi o mote, e ao mesmo tempo o desafio, que Pedro Ramos colocou a si próprio. “Queremos continuar a ser ‘expatriados’ (apesar de adorarmos o nosso Portugal)”, pensou, numa tarde de maio de 2010, quando decidiu criar um grupo no Facebook que partilhasse entre si ofertas de trabalho no estrangeiro.

A ideia foi claramente reforçada pelo agravar da situação económica em Portugal e pelos constantes aumentos da taxa de desemprego e a adesão não se fez esperar. Nessa tarde, o grupo do Facebook criado por Pedro Ramos chegou às 150 pessoas.

Hoje os desafios já são outros. O projeto de empreendedorismo social alargou-se para mais de 12 mil interessados, entre os que partilham informação e ofertas de emprego relevantes e os que as aproveitam para fugir para outras paragens. Graças à contribuição dos outros três elementos principais do ICote, João Guerreiro (fundador da rede ICote.pt), Carla Moita e Nuno Costa, a rede serve como principal motor de procura de emprego para um grande número de pessoas. As ofertas incidem-se sobre diferentes áreas, diferentes partes do globo (também incluem Portugal) e diversos mercados de trabalho. “É uma plataforma de colaboração feita por todos, para todos”.

[Foto: jbachman01 @ flickr.com]

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