Na vanguarda do conhecimento

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É lá que se desenvolvem os cérebros mais cobiçados, se modelam as personalidades fortes e se formam os grandes dirigentes de amanhã. Falamos das universidades e do seu papel como motor de desenvolvimento das civilizações, como frisa Marcos Ribeiro, diretor do Santander Universidades, consciente da importância do Banco canalizar 80% do investimento da sua Responsabilidade Social Corporativa para as universidades, de onde saem pessoas com sólida formação que se preparam para ser “contribuintes líquidos para o desenvolvimento da sociedade”.

 

Apostado em canalizar grande parte da sua Responsabilidade Social para o segmento universitário, o Santander Totta vai continuar a ser um forte aliado dos estudantes de Ensino Superior…

Efetivamente, este é um grande projeto do Grupo Santander a nível internacional. Existe em todos os países onde o grupo está presente e a ideia é muito simples: canalizar o esforço de financiamento e também de recursos humanos do Banco e focalizá-lo no apoio a um grande tema de forma estruturante. Esse tema, escolhido há já 15 anos, é a área das universidades, onde o Banco concentra 80% de tudo o que destina à sua Responsabilidade Social Corporativa. O Santander faz aqui um pouco nesta área aquilo que costuma fazer em todas as áreas onde atua, que é fazer um projeto consistente e estruturante, mas desta feita aplicado nesta área das universidades.

E porquê as universidades?

A resposta tem a ver com a visão de longo prazo do Banco relativamente às sociedades onde está presente. As universidades têm sido e serão sempre um polo de desenvolvimento das sociedades onde estão presentes – e aqui o Banco tem de pensar tanto no caso de mercados desenvolvidos, como também no caso de mercados emergentes e em desenvolvimento, onde a própria economia se está a desenvolver. Em qualquer um dos dois casos, o Santander Totta já antecipou que as universidades vão ser um polo de desenvolvimento e, portanto, é aí onde nós queremos estar. É a nossa forma de apoiar o desenvolvimento da economia e da sociedade em geral e é por aí que também queremos comunicar a nossa presença nesses mercados, por acharmos que é um veículo adequado para o fazer.

O apoio do Banco às universidades é traduzido de inúmeras formas…

A ideia aqui não é apoiar tanto do ponto de vista de dar apoios concretos financeiros, mas antes dar ferramentas que sejam muito valorizadas pelas universidades – são criadas iniciativas também globais aplicadas a cada país nas quais conseguimos oferecer o que mais nenhuma instituição consegue: uma dessas ferramentas tem a ver com o tema das bolsas de internacionalização. Este tópico das bolsas de internacionalização decorre justamente de nós ouvirmos os reitores com quem temos relacionamento, de fazermos grandes encontros e conferências de 4 em 4 anos (a próxima é em 2014), em que procuramos identificar o que é o futuro destas instituições de Ensino Superior e quais as suas principais necessidades nas quais o Banco pode prestar apoio. Uma das áreas que nós identificamos como muito importante e distintiva a oferecer às universidades é exatamente o tema das Bolsas de Internacionalização, em que temos dois programas específicos: as Bolsas de Internacionalização e as Bolsas Luso-Brasileiras. O que é que isto permite? Estas bolsas são atribuídas às universidades, as universidades fazem uma seleção posterior dos seus alunos e tudo isto permite às universidades aumentar a colocação dos seus alunos noutras geografias duma forma muito mais fácil, garantindo igualmente o acolhimento de alunos desses mesmos países também nas nossas universidades.

Outras áreas de atuação do nosso projeto com grande visibilidade passam por iniciativas de mérito científico e prémios de apoio ao empreendedorimo, havendo depois todo um outro conjunto de outras iniciativas estruturantes. O que procurarmos é também promover o desenvolvimento e a proximidade dos universitários, apoiando o seu crescimento – numa lógica pessoal, ter acesso a ver outros países e a ver outras realidades tem um impacto enorme no desenvolvimento dos universitários enquanto pessoas: dá-lhes capacidades pessoais únicas para o futuro e é também um incentivo ao mérito, à investigação e a que as pessoas tenham o melhor aproveitamento possível no seu percurso académico, o que nos leva a um outro produto que oferecemos, mais numa ótica bancária, que é por exemplo o crédito ao ensino superior….

Balcao Santander
No ano de 2011, o Banco Santander Totta investiu um total de 6,6 milhões de euros em acções de Responsabilidade Social Corporativa, sendo que 80% deste investimento foi canalizado para o Ensino Superior.

Precisamente a nível de soluções bancárias: de que forma podem os universitários portugueses recorrer ao Santander Totta, de forma a obterem vantagens competitivas enquanto estudam?

Abrindo conta connosco, todos os universitário têm uma oferta muito interessante do ponto de vista do que é o dia-a-dia das transações bancárias e das necessidades bancárias dum cliente universitário e que permite ter acesso a uma conta bancária com uma oferta de condições muito vantajosas. Associado a isto, depois há produtos específicos para necessidades concretas, nomeadamente o Crédito do Acesso ao Ensino Superior – mais uma vez, chamava a atenção para o nosso incentivo ao mérito e ao percurso universitário, visto que nossa taxa de juro vai depender do sucesso que os alunos universitários têm no aproveitamento e nas suas notas na faculdade.

É importante realçar isto, porque é um pouco o DNA do Grupo que gostamos de passar para a sociedade: o apoio ao mérito individual. É este o fio condutor das nossas iniciativas e é um pouco isto o que o Santander quer: estar com os universitários na sua procura e conquista da excelência. Nós queremos dar ferramentas para que isso aconteça.

Quer deixar uma mensagem de alento a todos os finalistas de 12º ano e futuros caloiros sobre a importância de investir numa formação Superior?

As pessoas com sólida formação vão ser contribuintes líquidos para o desenvolvimento da sociedade e vão ter impacto nessa mesma sociedade, naturalmente. É importante que as pessoas escolham bem a sua formação, já que é importante que se sintam bem e confortáveis na formação escolhida, para no futuro se sentirem felizes no que estudam e depois no que vão fazer. Esse é um tema essencial – e diria que é a chave do sucesso no futuro.

Depois gostava ainda de acrescentar: aproveitem bem o tempo que estão na universidade e colham os conhecimentos que encontram aos vosso dispor, porque o que vejo nas universidades portuguesas é que a informação existe, o conhecimento existe, a qualidade dos professores existe e, portanto, os alunos também acho que têm a obrigação de absorver o máximo possível, sem deixarem de renunciar a uma vida académica intensa.

A universidade é um momento único da formação da personalidade da pessoa que deve ser aproveitado ao máximo dentro das suas vertentes: académica, em termos de formação de vida, de formação pessoal, e de outras atividades complementares que desenvolvam a personalidade e a afirmação do aluno no mundo – aqui, a parte dos hobbies e de todas as atividades que as pessoas puderem conciliar com os estudos é também muito importante, já que vai servir para as pessoas maximizarem o seu impacto no futuro. A minha mensagem é um pouco esta: acho que vale a pena tirar um curso superior, mas o mesmo deve ser feito com entusiasmo e com toda a garra possível.

De mão dada com as Universidades
A relação com o Ensino Superior continua a ser a grande prioridade da política de Responsabilidade Social Corporativa do Santander Totta, que tem vindo a estreitar a sua relação com as universidades portuguesas, com as quais têm actualmente 43 convénios.

No ano de 2011, o Banco Santander Totta investiu um total de 6,6 milhões de euros em acções de Responsabilidade Social Corporativa, sendo que 80% deste investimento foi canalizado para o Ensino Superior, através do apoio ao conhecimento, à Mobilidade Internacional e da concessão de Bolsas de Mérito e Prémios Científicos.

[Foto: Banco Santander Totta]

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