Uma declaração que não dói nada

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A dor e como evitá-la. A dor aguda e crónica, a que não larga algumas pessoas e que lhes retira qualidade de vida. A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) assinou a Declaração de Miami, que se compromete a trabalhar para a melhoria do acesso ao tratamento da dor em todo o mundo.

“Com a Declaração de Miami, as diferentes sociedades médicas em todo o mundo unem esforços na missão conjunta de promover activamente um adequado tratamento da dor para toda a humanidade e um melhor acesso para os doentes que vivem diariamente com esta doença e não a conseguem aliviar”, explica o médico Duarte Correia, presidente da APED.

A dor crónica é uma situação de dor persistente. A lombalgia crónica, osteoartrose, cefaleias e artrite reumatóide são algumas das causas mais frequentes de dor crónica. Se a dor não for adequadamente tratada, a qualidade de vida das pessoas poderá ser gravemente afectada, podendo conduzir à incapacidade para o trabalho. O tratamento desta doença ainda é muito limitado e há pessoas que têm mesmo de conviver com ela diariamente. “A dor crónica é um problema de saúde importante e muito significativo que afecta mais de três milhões de portugueses, e por este motivo, consideramos que é fundamental que qualquer indivíduo tenha o tratamento adequado que lhe permita aliviar a sua dor”, conclui Duarte Correia, na foto a assinar a Declaração de Miami.

[Foto: APED]

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