Xeque-mate ao rei

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Numa terra de monstros e criaturas improváveis, só um witcher poderá estar preparado para enfrentar o desafio. No seguimento do primeiro “The Witcher”, o jogador tomará controlo do carismático Geralt of Rivia, um personagem que foge ao rótulo de herói típico e que vai revelando a sua humanidade ao longo do jogo.

Se não jogaste o original em 2007, prepara-te para “andar às aranhas” no início e morrer algumas vezes, mesmo antes de perceberes as capacidades dos personagens à disposição. Com alguns discursos curiosos, e ao contrário do que acontece na maioria dos jogos deste tipo, as tuas decisões vão influenciar o decorrer da ação e o desfecho será feito exatamente à tua medida. Um dos grandes atrativos tem a ver com a qualidade gráfica, claramente superior à do antecessor, com vários pormenores tanto na roupa como no corpo dos personagens, não esquecendo as paisagens envolventes.

Desenvolvido pela CD Projekt RED, “The Witcher 2: Assassins of Kings” não desiludiu os fãs da saga e rapidamente se tornou um sucesso mundial, com mais de um milhão de unidades vendidas. A crítica também fez questão de aplaudir o jogo, que faz parte da adaptação da sequela com o mesmo nome criada pelo escritor polaco Andrzej Sapkowski.

[Foto: www.thewitcher.com]

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