1, 2, esquerda, direita

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Os partidos políticos, as pessoas, os concelhos ou até as faculdades. A esquerda e a direita parecem dividir quase tudo, formando polos opostos que servem, por vezes, de cartão-de-visita. Por que é esta dicotomia tão universal e resistente? Porque é que ela já vai para além da discussão política?

A Universidade do Minho (UM) recebe, entre sexta-feira e sábado, meia centena de oradores, desde politólogos, economistas, historiadores até filósofos para discutir e tentar perceber até onde vai esta oposição. A conferência decorre no auditório do Instituto de Letras e Ciências Humanas, em Braga, dá pelo nome de ““Conference on Left and Right – The Great Dichotomy Revisited” e será proferida em inglês. João Cardoso Rosas, da UM, considera que “grande parte da vida política centra-se à volta da dicotomia Esquerda/Direita, mas o seu conteúdo é mais profundo, basta ver na antropologia, religião, filosofia… Começou a usar-se esta distinção na política desde a Revolução Francesa, em 1789, e é espantoso que passou a ser usada em todos os regimes políticos pluralistas”. E é por isso que é importante que percebas do que falas quando o tema for isso de ser de esquerda ou ser de direita.

[Foto: tjmwatson @ flickr.com]

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