É Lana uma bad girl?

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De onde veio esta cara de anjo enfeitada com flores que lembram a trágica Ofélia de Millais ou os frescos greco-romanos dos livros de Arte? E se os olhos tristes dizem não, a boca carnuda de Lana del Rey diz sim a um conjunto de faixas que perfazem o seu álbum de estreia “Born to Die”, lançado a 31 de janeiro.

A voz taciturna (demasiado para ser de uma mulher) marca o registo da jovem cantora americana, que alcançou de imediato a popularidade na internet com o tema “Video Games” – não tardaram as entrevistas, as promoções musicais, a corrida aos downloads e até os trabalhos como modelo fotográfica para revistas, como foi o caso da alemã Interview de fevereiro, que explora o lado mais glamoroso e sexy de Lana, com recurso a uma abelha no canto da boca. Em contrapartida, o lado mais ‘quente’ e desinibido de Lana pode ainda ser visto no videoclip “Born to die”, onde protagoniza uma malfadada mas apaixonada história de amor sobre rodas.



Embora rotulada de Indie Pop, Lana admite que as suas principais influências passam por Britney Spears, Thomas Newman e Bruce Springsteen. Sobre “Video Games”, Lana disse me entrevista a “Rosie Swash” do The Observer que esse era o seu tema favorito. “Fico muito triste quando toco essa música e ainda choro às vezes quando a canto”.
Visita a página oficial de Lana del Rey.

Born To Die

O que há para ouvir em “Born to Die”?
1. “Born to Die”
2. “Off to the Races”
3. “Blue Jeans”
4. “Video Games”
5. “Diet Mountain Dew”
7. “Dark Paradise”
8. “Radio”
9. “Carmen”
10. “Million Dollar Man”
11. “Summertime Sadness”
12. “This Is What Makes Us Girls”

[Foto: cdn.idolator.com | whosjack.wpengine.netdna-cdn.com | chicagomaroon.com]

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