Querida, agora não… Vou dar uma volta com a minha menina!

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1972 - Guy and Mustang | ©ozfan22 (Flickr)

Sabemos que o amor existe entre seres humanos, mas e entre seres humanos carros? No mês em que se celebra o Dia dos Namorados, contamos-te o que vai na cabeça de alguns homens para gostarem, por vezes, mais do seu bolinhas, do que da mulher que vive com eles… Caso para cantar um trecho dos The Beatles de 1965: “Baby you can drive my car /And maybe I’ll love you/ Beep beep’m beep beep yeah…”.

Por altura da divulgação do seu novo modelo desportivo RCZ, a Peugeot encomendou um estudo sobre o grau de interesse dos homens para com o seu carro e para com a sua companheira. Os resultados, que tiveram em conta a opinião de 2 mil homens com idades compreendidas entre os 18 e os 54 anos, revelaram que mais de metade dos inquiridos acreditam que é claramente mais fácil manter um carro do que manter um relacionamento amoroso com uma mulher. 17% dos participantes admitem que gastam mais dinheiro com o veículo do que com a mulher e, mais polémicos ainda, 10% reconhecem que admiram mais as linhas do seu automóvel do que as curvas da parceira…. Ao que a especialista em relacionamento que colaborou com o estudo da marca francesa respondeu “gostar de carros não é um problema, mas é preciso haver um equilíbrio e os homens devem ter em mente os sentimentos dos parceiros”.

Até que a morte nos separe… Ou não!

O inglês “Steve BMW” continua a dar que falar mesmo depois de falecido, já que foi sepultado num túmulo talhado em granito bruto que é uma réplica do BMW M3 conversível que conduzia em vida. Desenhado por um escultor chinês, a obra de arte fúnebre custou quase tanto como o carro original! Ao jornal Daily Mail, a filha do finado excêntrico disse que o pai gostava tanto de carros que, quando a esposa estava em trabalho de parto ele, em vez de aguardar no hall do Hospital à espera de notícias, estava era a consertar o carro da enfermeira… Logo, nunca poderia ter um enterro como as outras pessoas, acrescentou.

Love me tender… Pink Cadillac!

Icónico, deslumbrante e portador de todo o glamour que os clássicos podem oferecer, o Cadillac rosa de Elvis Presley é bem prova do sentimento de afeição que o cantor sentia pelos veículos de quatro rodas desta marca em particular. Podendo ser considerado um dos primeiros amantes do tunning, Elvis decidiu repintar de rosa o primeiro Cadillac que comprou, em 1955, para transportar os Blue Moon Boys que o acompanhavam em digressão. Após um acidente em que ficou destruído, o Cadillac rosa referido na música “Baby, let’s play house” deu lugar a uma série de outros Cadillac… Os mais curiosos poderão visitar o famoso Cadillac rosa no museu de Graceland (Memphis, Tenessee).

Amorzinho, anda cá que cabemos os três!

Um americano fanático por carros da Mercedes-Benz decidiu que colecionar os modelos alemães estacionados na garagem de casa não era suficiente para exprimir o seu amor por carros e resolveu mandar fazer uma cama de casal por medida com a frente do Mercedes 8 Coupe – o W115. Existem faróis, para-choques, limpa vidros e até um engenhoso capô que pode ser usado como armário… O que não sabemos é se esta cama também está incluída na categoria de veículos para revisão periódica.

Serei doente… Por carros?

Sempre que pensamentos obsessivos causem angústia significativa ou cheguem a incomodar, interferindo com a capacidade da pessoa de ter uma vida normal em casa ou no trabalho, isso pode significar um Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Aplicado aos automóveis, isto pode resultar em: lavar o carro repetidamente, mesmo que a viatura esteja mais do que limpa;
Recusar dar boleia a estranhos ou familiares com medo que contaminem o veículo; Conferir repetidamente se as portas ficaram todas bem fechadas ou se a viatura tem algum risco – saindo do trabalho ou de casa repetidamente, durante o dia ou a noite, para o efeito; Falar repetidamente sobre o carro ou estabelecer diálogos como se ele fosse uma pessoa e estivesse a responder. Como o TOC é uma doença crónica, é importante fazer um reconhecimento ou acompanhamento psicológico ou psiquiátrico assim que os primeiros sintomas aparecerem.

[ Foto: ozfan22 | jalopnik.com.br | jalopyjournal.com | r7.com ]

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